Por uma razão muito simples: Deus precisava de
ter um ser com as suas características, ou seja, um reflexo Seu para executar
uma semelhança de tarefas com as dEle, evidenciando mesmo assim que o homem é
Sua criação. Mas, que regeria a terra e tudo quanto nela há, por isso o homem
não tornou-se alma vivente pela vida da terra ou da água que Deus deu, mas pelo
sopro do próprio Deus, Ele soprou o Seu fôlego no homem e este tornou se alma
vivente. “E formou o SENHOR Deus o homem
do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida, e o homem foi feito
alma vivente” (Genesis 2: 7)
Quando vemos a forma como os animais e as plantas
foram criados, vemos que há uma diferença com a forma que Deus criou o homem;
as plantas e os animais receberam vida da terra e da água, mas o homem recebeu
vida directamente de Deus, o folego de vida de Deus. Deus deu ao homem o combustível
ou a matéria da Sua própria vida, para que no homem houve uma eterna
representatividade da vida Deus nele.
O que tem o Espírito de Deus atrai Deus para
perto de si. Uma comunicação fluida com Deus só é possível se o homem tiver o
receptor que descodifique a mensagem que Deus fala, esse receptor é o Espírito
do próprio Deus. Como está escrito: o espírito do homem entende as coisas do
homem, o Espírito de Deus entende as coisas de Deus. Então, o Espírito de Deus
é fundamental para a vida do homem com Deus.
Por isso Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança,
para ter uma comunicação fluida com ele e para que cuidasse da criação como
Deus o faria, por isso foi encarregado ao homem o dar nome a tudo quanto
existia na terra e na água e voava sobre a terra, debaixo da expansão chamada céus.
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